Compare taxas de impostos cripto, métodos de base de custo e benefícios por período de retenção em 15 países. Encontre as regras do seu país e planeje sua estratégia fiscal.
Última atualização: março de 2026
Alemanha (isento após 1 ano), Singapura (0% CGT) e Coreia do Sul (adiado para 2027) oferecem os ambientes fiscais cripto mais favoráveis para detentores de longo prazo.
Índia (30% fixo, sem compensação de perdas, 1% TDS), Japão (até 55%) e África do Sul (200% multa, aplicação retroativa) possuem as regras fiscais cripto mais rigorosas.
Convergência global via CRS 2.0/CARF (48 jurisdições), MiCA padronizando conformidade na UE e taxas em alta (Itália 26→33%). A arbitragem regulatória está chegando ao fim.
| Método | Descrição | Usado Por |
|---|---|---|
| FIFO | First-In, First-Out — lotes mais antigos vendidos primeiro | EUA, Alemanha, Espanha, Austrália |
| Specific ID | Escolha quais lotes vender — o mais flexível | EUA, Austrália |
| Média Ponderada | Custo total ÷ unidades totais = base de custo unitária | França (PMPA), Canadá (ACB), Brasil (PMPC), África do Sul |
| Agrupamento de Ações | Pool Section 104 — média ponderada com regras de correspondência do mesmo dia e 30 dias | Reino Unido |
| Média Total | Cálculo de fim de ano — aquisição anual total ÷ unidades totais adquiridas | Japão |
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Singapura não tem imposto sobre ganhos de capital para cripto de pessoas físicas. A Alemanha oferece isenção total de impostos para cripto mantido por mais de 12 meses. A Coreia do Sul adiou a tributação cripto para 2027. No entanto, se o trading de cripto constituir atividade comercial, imposto de renda pode se aplicar em todas as jurisdições.
A maioria dos países exige um método específico: Alemanha requer FIFO, França requer PMPA (média ponderada), Reino Unido requer agrupamento de ações e Japão usa média total ou móvel. Os EUA oferecem a maior flexibilidade com FIFO e Specific ID. Sempre use o método exigido pela sua jurisdição — usar o método errado pode gerar penalidades de auditoria.
Sim. A partir de 2026, CRS 2.0/CARF exige que corretoras cripto em 48 jurisdições participantes reportem suas transações, saldos e identidade à autoridade fiscal local, que então compartilha esses dados com seu país de residência fiscal. Até 2027, a maioria dos governos receberá dados detalhados sobre sua atividade cripto no exterior.